
O Console
Você se senta diante do mesmo tipo de Neve V3 usado nas maiores produções da história do rock e do soul. Não é réplica visual. É a mesa girando o mesmo tipo de som que você conhece nos discos originais.

Para colecionadores, apaixonados por música e profissionais do áudio
Uma experiência de escuta imersiva de 2 horas, guiada por um engenheiro de áudio dedicado, para grupos de até 4 pessoas. Você ouve seus álbuns favoritos em equipamentos que gravaram John Lennon, Led Zeppelin e Aerosmith — dentro do estúdio que Roy Cicala co-fundou na Vila Mariana, São Paulo.

Uma história que começa em Nova York
Roy Cicala foi um dos engenheiros e produtores mais importantes da história da música gravada — o nome por trás de discos que atravessaram gerações.
Em 1968, nasceu em Nova York o Record Plant, o estúdio que se tornaria lendário como poucos. Foi lá que Jimi Hendrix gravou Electric Ladyland, o primeiro álbum feito naquelas salas.
Fundado por Gary Kellgren e Chris Stone, o Record Plant teve Roy Cicala como um dos primeiros engenheiros da casa — presente praticamente desde o início. Ele subiu rápido a engenheiro-chefe, e ao longo dos anos 70 passou a comandar praticamente toda a operação de Nova York: crédito das gravações, equipamento, dinheiro do estúdio, contratação dos outros engenheiros.
Anos mais tarde, depois que a operação passou pelas mãos da TVC e da Warner Communications, foi a própria Warner quem transferiu a propriedade do Record Plant de Nova York para as mãos de Roy. O engenheiro que começou gravando Jimi Hendrix se tornou dono do estúdio onde tudo aquilo aconteceu. O Record Plant fechou as portas em 1989 — mas o que aconteceu ali dentro nunca deixou de ser referência.
Anos depois, foi Roy quem teve a ideia: recriar, em São Paulo, uma versão viva daquele estúdio. Não uma homenagem distante — uma sala real, com equipamento real trazido diretamente de Nova York, tocada pelas mesmas mãos que viveram o Record Plant original. Foi assim que nasceu a sociedade entre Roy Cicala e o produtor musical brasileiro Apollo 9.


Arquivo





O problema
Você já fez o que a maioria nem cogita fazer. Room tratada, cabos premium, DAC de referência, caixas de ponta, horas pesquisando qual amplificador entrega aquele grave que "respira". Isso não é capricho — é paixão levada a sério, e poucas pessoas ao seu redor entendem esse nível de cuidado.
E mesmo assim, alguma coisa continua faltando.
Existe uma fantasia que todo apaixonado por música já teve: voltar no tempo. Entrar numa sala nos anos 70, ver de perto o console que moldou aquele grave, tocar a guitarra que gravou aquele solo, sentar exatamente onde um dos discos que mudaram sua vida ganhou forma.
Hoje isso parece impossível — os estúdios que fizeram história fecharam, os equipamentos se dispersaram, e o que sobrou são fotos em capas de disco e histórias em podcasts. Você nunca esteve de fato diante do equipamento real, o mesmo que estava lá no dia da gravação.
Mas e se essa fantasia não fosse impossível? E se existisse, no Brasil, uma sala recriada com o mesmo primor de um dos estúdios mais icônicos do mundo — projetada por quem realmente esteve lá, com equipamento genuíno, não réplicas?
Não é uma questão de quanto você tem para investir. Dinheiro compra componentes novos. Não compra a chance de voltar no tempo.
E é exatamente essa chance que existe numa sala no Brasil.


A experiência
Em 2006, o produtor musical brasileiro Apollo 9 se tornou sócio de Roy Cicala — o engenheiro e produtor por trás de John Lennon, Aretha Franklin, Elvis Presley, Queen, Aerosmith, Dire Straits, Miles Davis e dezenas de outros nomes que definiram a música moderna. Foram 8 anos de sociedade, até a morte de Roy em 2014.
Juntos, eles projetaram um estúdio na Vila Mariana ao lado de Tom Hidley — o mesmo engenheiro que, décadas antes, desenhou à mão as caixas de som do lendário White Truck da Record Plant. O caminhão que gravava shows ao vivo de Led Zeppelin, Kiss, George Harrison, The Band e Pink Floyd, entre outros.
Essas caixas — as mesmas, físicas, originais — estão hoje montadas nessa sala. Ao lado delas, um console Neve V3 raro, plates EMT, pré-amplificadores e painéis de iluminação que vieram do Record Plant original de Nova York, embalados e trazidos para o Brasil.
A experiência não é uma visita guiada. Não é um showroom de equipamento vintage. É uma experiência de escuta imersiva de 2 horas, com curadoria de um engenheiro de áudio dedicado, para até 4 pessoas por vez.

Você se senta diante do mesmo tipo de Neve V3 usado nas maiores produções da história do rock e do soul. Não é réplica visual. É a mesa girando o mesmo tipo de som que você conhece nos discos originais.

Você ouve seus álbuns favoritos nas caixas físicas que gravaram Song Remains the Same, Concert for Bangladesh e outros marcos ao vivo. O grave que você sente no peito é o mesmo tipo de grave que Robert Plant ouviu no Madison Square Garden.

Um engenheiro de áudio conduz cada minuto da sessão. Curadoria de faixas, ajuste fino do som ao seu gosto, e as histórias reais por trás de cada peça — vividas, não lidas em algum lugar.

Instrumentos, guitarras, amplificadores e sintetizadores que fizeram parte dessa história estão na sala, ao alcance da mão. Você não olha de longe. Você toca.
O estúdio
Cada canto foi montado com equipamento original trazido de Nova York — console, caixas, racks e fitas que estiveram nas sessões que mudaram a música.


O que o dinheiro não compra
Você pode comprar o melhor DAC do mercado, o amplificador mais elogiado nos fóruns, as caixas mais caras do catálogo. É possível construir, com dinheiro suficiente, uma sala de escuta impecável. O que não é possível comprar é o equipamento que está dentro dessa sala.
O console Neve V3, as caixas de som, os pré-amplificadores, os plates EMT — nada disso foi fabricado para esta experiência. Tudo isso pertenceu a Roy Cicala. É equipamento real, usado de verdade, com história que começa nos anos 70, dentro do Record Plant de Nova York.
Não existe loja, leilão ou encomenda que venda isso. Esses objetos específicos, com essa procedência específica, simplesmente não estão à venda em lugar nenhum do mundo. O que existe é acesso a eles, por um período limitado, dentro dessa sala.
É essa a diferença entre um sistema de altíssima fidelidade e um pedaço real da história da música.

Para quem é

Como funciona
Você e seu grupo chegam ao estúdio na Vila Mariana e são recebidos pelo engenheiro de áudio responsável pela sua sessão. Primeiro contato com o espaço, os equipamentos visíveis e o clima do lugar. Você sai já sentindo que está em outro tempo.
Uma breve conversa sobre os álbuns, artistas e momentos musicais que mais significam algo para você. É a partir disso que a sessão de escuta é montada. Você sai com a certeza de que a próxima hora foi desenhada para o seu gosto, não para um roteiro genérico.
O coração da experiência. Faixas selecionadas tocando no console Neve V3, saindo pelas caixas originais do White Truck. Entre uma música e outra, as histórias reais de Roy Cicala e Apollo 9 sobre aquele equipamento, aquele artista, aquela gravação.
Tempo livre para tocar instrumentos, ver de perto os equipamentos, fazer fotos, fazer perguntas. Você sai com registro próprio da experiência — não só na memória.
Uma conversa final sobre o que mais te marcou na sessão — e, para quem tiver interesse, o caminho para um projeto de gravação ou mixagem no mesmo estúdio.

Perguntas frequentes
Sobre o estúdio
Em 2006, Apollo 9 — produtor musical brasileiro — tornou-se sócio-fundador de um estúdio ao lado de Roy Cicala, um dos engenheiros e produtores mais importantes da história da música gravada. Desde 1968, na Record Plant de Nova York, Roy trabalhou com John Lennon, Aretha Franklin, Elvis Presley, Queen, Aerosmith, Miles Davis, Dire Straits, Frank Sinatra, David Bowie, Prince e dezenas de outros nomes que definiram décadas inteiras de música.
Ao lado de Tom Hidley — projetista original das caixas de som do White Truck da Record Plant Mobile, e amigo de Roy desde jovem — os dois construíram na Vila Mariana uma réplica reduzida do Record Plant original, trazendo fisicamente para o Brasil equipamento vindo de Nova York: console Neve V3, pré-amplificadores, plates EMT e até painéis de iluminação originais.
Por 8 anos, até a morte de Roy em 2014, Apollo 9 trabalhou lado a lado com ele — recebendo não só o equipamento, mas décadas de histórias, técnicas e conexões diretas com nomes como Yoko Ono e Bob Ezrin. O estúdio já foi destaque na revista Sound on Sound, em uma matéria que também trouxe o making of de "Whatever Gets You Thru the Night", de John Lennon.
Hoje, Apollo 9 segue à frente do espaço — guardião de um legado que agora abre as portas para quem, como ele, entende que alguns lugares carregam algo que nenhum equipamento novo consegue replicar.

Quem está por trás

Produtor musical · sócio-fundador
Apollo 9 é produtor musical brasileiro e sócio-fundador do estúdio na Vila Mariana. Em 2006, uniu-se a Roy Cicala para projetar e construir, do zero, uma réplica viva do Record Plant de Nova York em solo brasileiro.
Foram 8 anos de sociedade direta com Roy, até a morte dele em 2014 — período em que Apollo 9 não apenas ajudou a montar fisicamente o estúdio, mas absorveu técnica, histórias e relações construídas ao longo de décadas dentro do Record Plant original, incluindo contato com nomes como Yoko Ono e Bob Ezrin.
Hoje, ele é quem conduz o legado adiante: mantendo o estúdio em funcionamento, atualizado com tecnologia atual sem perder o caráter histórico do espaço, e abrindo as portas para quem quer viver essa história de perto.

Engenheiro-chefe e dono do Record Plant NY
Roy Joel Cicala nasceu em New Haven, Connecticut, e se tornou um dos engenheiros e produtores mais influentes da história da música gravada. Desde 1968, no Record Plant de Nova York, gravou e produziu John Lennon, Aretha Franklin, Elvis Presley, Elton John, Frank Sinatra, Jimi Hendrix, David Bowie, Queen, Aerosmith, Dire Straits, The Who, Bruce Springsteen, Sting, Prince, Santana, Bon Jovi, Miles Davis, Ray Charles, entre dezenas de outros nomes que definiram décadas inteiras de música.
Começou como um dos primeiros engenheiros da casa e subiu a engenheiro-chefe, comandando praticamente toda a operação de Nova York ao longo dos anos 70. Mais tarde, depois da passagem da operação pela TVC e pela Warner Communications, tornou-se o próprio dono do Record Plant de Nova York.
Já na fase final de sua trajetória, Roy teve a ideia de recriar essa história em São Paulo — e encontrou em Apollo 9 o sócio para tirar isso do papel. Ele morreu em 2014, mas o equipamento que usou, as histórias que viveu e o padrão que exigiu continuam vivos dentro da sala que ajudou a construir.

Empresário · produtor musical
Marco Lafico é empresário e produtor musical com uma trajetória que cruza a música e os negócios digitais. Ao longo dos anos, trabalhou com artistas como Sandy, Seu Jorge, RPM, Fresno, NX Zero, Rebeldes, Lenine e Família Lima, entre outros — acumulando experiência tanto na criação quanto na gestão de carreiras e projetos artísticos.
Como empresário, é escritor best-seller da Amazon e atua desenvolvendo negócios no digital, dentro e fora da música. Essa visão estratégica é o que ajuda a pensar o Cicala Studios não apenas como uma experiência sonora, mas como um projeto sustentável, de alcance e de longo prazo.
No Cicala Studios, Marco traz o olhar de quem entende o mercado, o público e o valor de um legado. Sua atuação garante que a experiência seja construída com a mesma seriedade nos bastidores que Apollo 9 exige dentro da sala.
Candidatura
O Cicala Studios não está aberto para qualquer pessoa, a qualquer momento. O espaço recebe um número limitado de grupos por mês, e cada sessão é montada sob medida a partir do que você compartilha antes.

Você preenche uma ficha rápida contando um pouco sobre sua relação com música, os artistas que mais significam algo para você e quantas pessoas gostaria de levar.
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Você recebe a confirmação da sua sessão, com todos os detalhes de chegada, e a curadoria começa a ser desenhada para você.